Alternância democrática do poder é apontada por Jovete Domingos como caminho para enfrentar problemas sociais em Angola

50 anos de liderança do Partido MPLA fixou – se em fracasso de incapacidade política visando realizar as mudanças precisas para pôr ao fim as inúmeras dificuldades socioeconómicas com que se debatem milhões de famílias, centra – se na alternância do Poder Político imediato em 2027, advoga actual líder do Bloco para a Alternância Social de Todos os Angolanos (BASTA).
Jovete Lázaro Cangoma Domingos, fez saber nesta quinta, 24 de Setembro, à margem duma conferência de Imprensa que juntou membros do Partido, sociedade civil e convidados, que os 50 anos da independência nacional sob liderança do Partido MPLA, já não representa confiança de milhões de cidadãos, mantendo –se decerto na insatisfação do interesse legítimo eleitoral.
“Manifesto profunda preocupação à volta da precariedade social que até presente data tem sufocado milhões de Angolanos que volvidos 50 anos da independência nacional, enfrentam etapas difíceis de pobreza extrema “, revelou.
O político que falava aos aos Jornalistas, entende que o BASTA preparar – se ao pormenor para atacar e responder os desafios políticos do País voltado para uma linha política de valores políticos, objectivos associadas às síntese de programa do governo que norteiam a criação da referida força política.
De acordo com Jovete Domingos, o BASTO possui uma agenda preenchida de interesse nacional e reveste – se no combate efectiva à “comercialização da vontade do povo “ em benefício de que o devia representar dentro dos procedimentos legais e legítimos.
“Sim, o BASTA apresenta – se como um modelo político de interesse nacional com políticas concretas e objetivas para qual o povo é o centro as prioridades para transformar uma Angola estável socialmente e por forma a que se possa devolver a sua dignidade. É bem verdade que os 50 anos da independência, acrescenta, não foram (sumo suficiente de profunda irmandade) que pudesse reconstruir uma unidade verdadeiramente reconciliada“, disse.
Para o líder do BASTA, os problemas de Angola estão identificados, sobretudo as debilidades de políticas económicas agravados com a instabilidade da moeda nacional, as promessas do emprego para juventude, alvo mais atingido, ao sacrifício de vendedoras ambulantes pelas ruas de Luanda e no todo o país no geral, “vulgo Zungeiras”, constam igualmente na agenda de prioridades.
O também antigo dirigente da UNITA, aponta por seu turno como meta, a conquista surpreendente do poder legítimo pelo voto democrático, a exemplo do Partido (ANAMOLA), Aliança Nacional por um Moçambique Livre e Autónomo, liderado por Venâncio Mondlane.
“Evidentemente que os problemas de Angola estão identificados pelo que não haja interesse patriótico de quem os teria resolvidos passados 50 anos de independência nacional, para além dos 24 anos de paz efectiva dos acordos de Luena de 2002. A Juventude clama por falta de emprego, o sacrifício miserável de vendedoras ambulantes, dentre vários. O BASTÃO sendo uma alternância política moldada à juventude, avança Jovete Domingos, não tem dúvida de que venha ser uma das forças de mudança e auscultação sobre os graves problemas que ainda afligem milhões de famílias à espera por eleições justas e democráticas do ano 2027“, finalizou.






